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Premissas para Metodologia de Projetos em Bioatria

 “Tudo começa no cotidiano...”

Isabel Rauber ** -

 


Sobre a Bioatria


A Bioatria é um sistema que teve origem a partir da obra do Psiquiatra Romeno-Americano Jacob Levy Moreno*. Consiste em um conjunto de conceitos, métodos e práticas que articulam possibilidades em diferentes áreas do conhecimento, com o objetivo de produção de saúde nos âmbitos das pessoas, dos grupos e dos ambientes, concomitantemente. Para Jacob Levy Moreno, a Bioatria seria a forma mais amplamente inclusiva de vivermos em democracia, sem deixarmos de considerar nenhum dos entes que compõem a Vida.

 

Metodologia de Projetos em Bioatria


É possível se trabalhar com projetos em diferentes perspectivas. Nas abordagens mais tradicionais, é comum se definir objetivos, escalonar as etapas de ação, definir recursos necessários, mobilizar as pessoas envolvidas e acompanhar o atingimento dos resultados. Sem entrarmos no mérito de que, comumente, a definição dos objetivos em projetos nem sempre emerge das pessoas que serão impactadas pela ação. Mesmo em metodologias participativas, muitas vezes, as metas de um projeto levam em conta o estabelecimento de um ponto “ideal” a ser atingido, com os objetivos definidos mais pela perspectiva de quem se entende com mais poder na situação, do que por todos os impactos que este projeto causará, nos territórios onde estará ocorrendo e pela vida cotidiana, que nem sempre está próxima desta idealização.


Em nossa perspectiva, inspirada na Bioatria, entendemos que os resultados esperados em um projeto constituem uma realidade ainda não concreta, mas suplementar, que pode sempre ser colocada em questão, testada e questionada sobre a perspectivas de diferentes entes que possam fazer parte de um ecossistema.


Ao iniciar o desenho de qualquer projeto, partindo da construção de uma “realidade suplementar”, iniciamos com a perspectiva daqueles impactados por seus resultados, convidando-os para, por alguns momentos, viverem e se expressarem “como se”, aquilo que almejam com o projeto já fosse possível, já existisse.


A perspectiva Bioátrica tem um enfoque inclusivo e preza pela possibilidade de SEMPRE cocriarmos, com os agentes impactados por um projeto, permeando reflexões mais profundas sobre os temas ativados pelo projeto em desenho.


Nesta perspectiva, antes mesmo de convocarmos para qualquer ação com planos e escopos, nos inclinamos à escuta dos significados subjetivos e intersubjetivos do processo, o que inclui analisar as motivações, barreiras, facilitadores, impactos e conflitos percebidos que precisam ser explicitados nestes movimentos, considerando papéis e seus contextos singulares e coletivos.

              

As junções e sobreposições dos diferentes impactos e percepções de agentes envolvidos, em qualquer projeto, constituem um percurso de aprendizados e constante pesquisa. Contrabalanceando a inclinação de uma abordagem apenas objetiva, institucional e desenvolvimentista, ou que se repita sempre nos mesmos moldes, de um enfoque apenas em finalidades utilitárias das ações, ou a serviço de estruturas de poder conservadas.

              

Nesta perspectiva, momentos muitas vezes julgados como “inúteis”, ou perda de tempo nos cronogramas, como o simples viver e conviver com as pessoas de um projeto; perceber as relações e viver no território, para a Bioatria, são as fontes mais valiosas de compreensão. São formas de adentrarmos em camadas nem sempre captadas pela simples ação racional e tarefeira de quem tem metas objetivas a atingir.

              

Na Bioatria a “con-vivência” do trajeto é tão, ou mais importante, que a linha de chegada. Acionamos na perspectiva Bioátrica, uma abordagem na qual, antes de tudo, “aterrizarmos” os projetos na vida comum das pessoas e no cotidiano, buscando entender como ocorrem as aproximações e distanciamentos dos objetivos do projeto em diferentes contextos daquela realidade material dada.

              

Nesta proposta, os participantes do projeto encontram-se em pesquisa constante, exercitando suas próprias lentes e percepções, mas também, trocando de papéis com outros: aprendendo, questionando, refletindo e reinventando as porções que se entendiam ser fixas e certeiras. Invertendo, em alguns momentos, a percepção sobre o que vinha, muitas vezes, de um lugar remoto para algo intrínseco às nossas próprias vidas.

              

Neste exercício, quando necessário, refletimos também sobre as palavras que comunicam os marcos conceituais e objetivos do projeto, buscando, em conjunto com os demais participantes no processo, outros significados de seus termos. Ou mesmo, palavras novas para nomear o que ainda não existe, mas passa a emergir por via da cocriação.

              

Para tanto, partimos não só da pesquisa subjetiva, mas intersubjetiva dos fenômenos humano-ambientais de um certo território, acessando outras dimensões, além da realidade linear e factual.

              

Exploramos os papéis e cenas cotidianas, nos quais são descritas as percepções e vivências, sobre o que se apresenta no escopo do projeto, a partir das próprias óticas dos participantes e “de dentro” da própria existência. Assim como, explicitamos as barreiras e facilitadores “co-percebidos” para a tomada, ou não, de ações relativas ao projeto.

              

Diferentemente dos materiais desenvolvidos institucionalmente para projetos, em escalas impessoais, buscamos com as pessoas os seus próprios exemplos. E, antes disso, que sentidos dão a estes exemplos. A que distância cada um se encontra da possibilidade de executar qualquer ação, e que reflexões fazem sobre todo este processo.

              

Nos apropriamos dos enunciados de um Projeto, como pistas provocativas de um mundo desejado. Porém, não mais lidos apenas com a frieza de um plano de ação institucional e impessoal. Mas, buscando como encarnar a potência de um devir a ser vivido junto com outros, quer seja no presente ou no futuro. Ou mesmo, recobrando em memórias passadas pessoais, coletivas e ancestrais, referências e mapas condutores, para transportarmos ao presente e futuro outros jeitos de ser, que já tiveram lugar na materialidade, mas deixaram de existir.

              

Nesta epistemologia, temos atenção sobre os papéis que vivemos, nos recortes do que chamamos de contextos: social, grupal e dramático, possibilitando análises, tanto das implicações particulares e privadas de uma experiência, como das implicações públicas e globais, sendo estas instâncias inseparáveis, embora passíveis de serem visualizadas em camadas.

              

Ao analisarmos os fenômenos a partir do contexto social, visualizamos as interconexões entre papéis sociais e todo o macroambiente. Os aspectos culturais e históricos são evidenciados e estudados de forma ampla. A interiorização das pautas culturais, geradoras de certas condutas esperadas, como mãe, pai, filho, filha, professor, juiz, irmão, chefe, cidadão, e outros papéis sociais, podem ser discutidas e, inclusive, questionadas, desconstruindo paradigmas e repensando o quanto, tais modelos e modos de funcionamento conservados de alguns papéis, impactam nas dinâmicas humano-ambientais e de poder. Nestes contextos questionamos ações prontas, colocadas como rotas únicas a serem seguidas como exemplos, pois estas ações podem não fazer o mínimo sentido ao contexto do vivido, ou simplesmente reproduzirem lógicas estruturantes e aprisionantes.

              

No contexto grupal, podemos trabalhar as relações de uma comunidade específica e a interação entre papéis também específicos. Podem-se viabilizar, nesse contexto, intervenções para um trabalho direcionado aos conflitos e a questões de um grupo, em um determinado momento, ou mesmo para a pesquisa e a compreensão da rede intersubjetiva que dado grupo compartilha.

              

Por fim, chamamos de contexto dramático, quando atuamos a partir do “como se”, criando-se outras realidades suplementares percebidas, imaginadas, desejadas ou temidas. O propósito investigativo e experimental deste contexto é intermediado por processos expressivos, que fazemos coletivamente e que incluem diferentes linguagens, passando pela corporeidade e por narrativas, assim como pela experimentação e análise das graduações proxêmicas (quão perto e quão longe estamos da realidade sendo criada pelo projeto).

      

No contexto dramático criarmos com aquilo que ainda não é existente, mas que habita a dimensão de vir a ser, em uma, ou várias, realidades suplementares em questão que possam ser cocriadas. Frente ao mundo que se manifesta independente de nossa vontade. Nestes intercâmbios, entre diferentes dimensões e contextos, mediados por métodos socionômicos, que são a base da Bioatria, vamos experimentando, no hoje, uma realidade suplementar, um devir, independentemente de qualquer conexão realística ou apriorística. O que é fundamental na concretização de um projeto. Ou seja, viver sucessivos exercícios que nos façam habitar, aqui agora, o que queremos ver se concretizar, mas ainda não sabemos como.


Tal qual um mergulhador, ou um astronauta, ao adentrarmos nestes outros devires, criados a partir de cenas, traduzidas no corpo, relembradas ou imaginadas nas narrativas. Abrimos brechas e podemos ir parcialmente trazendo à tona, elementos antigos e paralisados. Mas também, como “cavalos de Tróia”, criamos as alternativas que escapem e lutem com a repetição insalubre.

              

Compondo elementos novos e diferenciadores, intercambiados entre realidades e movidos ao contato com o mundo, que aí está. Nestes movimentos, potencializamos micro revoluções existenciais, num constante fluxo que questiona aquilo que está conservado culturalmente, e ao qual nos aprisionamos em modos de vida e de relação insustentáveis.

              

No que concerne a planejar projetos, atuamos em nossos procedimentos de pesquisa iniciando nossa investigação na busca por expressões que nos façam sentir a partir do projeto, como se já tivesse sido realizado. Exercitando, também, cenas que nos posicionem em aproximações e distanciamentos de um tempo futuro. “Como se”, aqui e agora, pudéssemos experimentar assumir papéis, a partir de nosso contexto social, e em nossas cenas cotidianas.

              

Encontrando os fluxos já existentes e percebidos com maior potência para a ação. Em um segundo plano, também exploramos nos contextos grupais os territórios conflitivos entre o eu e o outro. Ou a relação entre o eu, o nós, e as coisas concretas. Onde estão inclusas em “coisas”: as ideias, os valores, os objetivos, entre humanos e todos os outros entes não humanos (MORENO, 2020).

              

Ao trabalharmos nos aspectos do contexto grupal, tanto em sessões bipessoais, entre apenas duas pessoas, ou com mais pessoas cocriando em grupo, circunscrevemos aquilo que aglutina cargas intersubjetivas. Observando o que se manifesta como as questões essenciais e o que chamamos de temas protagônicos, que mobilizaram e unem todos por emoções e por projetos comuns, quer sejam por aspectos positivos ou negativos.

              

Nas narrativas realizadas pelos participantes de um projeto, envolvemos passado, presente e futuro na exploração de papéis e linhas de ação, já realizadas e por realizar. Não executamos, neste feito, apenas métodos socionômicos clássicos, isolados, trabalhamos além dos elementos epistemológicos socionômicos outros referenciais, de forma a dar corpo àquilo que buscamos compreender.

              

No enfrentamento dos temas protagônicos em um projeto, nos deparamos com “heróis existenciais”. Aqueles que na presença concreta do “aqui e agora”, no cotidiano, elevam sua existência (Moreno, 1999), e, num exercício constante, de ajuste e desajuste, se provocam a criar a partir da realidade dada:

 

Esta controvérsia espontaneidade-ajustamento é questão de dialética. No decorrer de projetos temos que aprender a nos ajustar com um “extra” de espontaneidade disponível (este extra está para o comportamento assim como a piscada está para o olho) de tal modo que possamos nos “des-ajustar” sem resíduos desagradáveis e sem nos tornarmos obcecados pela conserva cultural. (MORENO, 1983, p. 206)

 

              

Nos exercícios sobre nossas relações nos projetos, e seus temas protagônicos, confrontamos, a nós próprios, e a toda a extensão existencial que permeamos, sobre em que medida estamos ajustados ou des-ajustados ao mundo que aí está. No aqui-agora, muitas vezes dolorido e indesejado, nesta dimensão que por hora nos é concreta.

              

Da mesma forma, deflagramos dialeticamente neste confronto, em que medidas nos ajustamos e des-ajustamos às metas propostas e desejadas para o projeto. Neste exercício futurístico, nossa ação é tomada como jornada à uma realidade suplementar, intermediada pelos enunciados do projeto, em um “como se” sendo feito, na ação e na inter-relação, e respeitando-se os contextos singulares e subjetivos, notamos que outros fluxos de potência podem surgir. É este o caminho que aqui defendemos.

              

Baseamo-nos na visão Moreniana de que a partir da relação potencializam-se reflexões profundas sobre questões existenciais entre pessoas com perspectivas diferentes, exercitando-se a espontaneidade e criatividade.

              

Nos momentos de Diálogos e Cocriando em Grupo aderimos a uma:

 

"(...) realidade suplementar, que não assume o status de realidade objetiva e absoluta, é a realidade criada no momento, como uma experiência de integração de múltiplos vetores num produto singular, o qual favorece a abertura para novos múltiplos sentidos, nenhum deles exclusivo e definitivo, nenhum deles ideologizante. [...] Ao se oferecer a oportunidade de contar histórias, estimula-se o reencontro com aspectos que ficaram perdidos na trajetória da vida, recuperando assim extensas áreas desertificadas, que podem recobrar vitalidade, significado e importância. Relembrar histórias permite reintegrar a história, o que teria como efeito principal o fortalecimento da identidade, especialmente na medida em que o relembrar acontece dentro de um contexto de aceitação e valorização das reminiscências e invenções, sem críticas ou explicações que as coisifiquem". (AGUIAR, 2011, p. 10)

 

As narrativas cocriadas em grupos de projetos, expressam cenas, e, na perspectiva bioátrica, vão dando vida a novos “modos-ser” e novas inter-relações, que passam a ser percebidas pelas pessoas no mundo como “realidade já possível” em devir. Capturamos neste caminho, o já intrínseco às pessoas, que seja, se perceberem:

 

"Por imagens de si mesmas em algum estágio futuro, imagens que são o mosaico de transformações segmentais sucessivas sem que, no entanto, estejam prejudicando (e transformando) o si-mesmo tal como é, mas, ao contrário, acrescentando-lhes novas dimensões".(NEHNEVAJSA, 1983,p.199)

 

Ao criarmos realidades suplementares sucessivamente, vamos literalmente “suplementando” aquilo que nos falta na realidade atual. Muito embora seja importante entendermos que a “realidade suplementar” não se coloca no tempo e espaço magicamente, apenas por podermos imaginá-la. É no trânsito do ir e vir entre o imaginado e a materialização concreta no mundo que a transformação vai se dando, com todos os entes envolvidos num dado ecossistema. O que pode durar horas, dias, décadas, séculos ou mesmo eras.

              

Entendemos que, ao longo de um projeto, as pessoas ao narrarem novas percepções e experiências, o fazem a partir do pensamento em cenas. Conceito que Bouquet (1977) trabalhou e descreveu. Para o autor, as pessoas comunicam suas histórias a partir de imagens, onde relatam ações, acontecendo na inter-relação entre personagens e outros elementos pertencentes aos tempos e espaços onde ocorrem. Estas narrativas também são carregadas de emoções e sentimentos. Imaginar cenas na realidade suplementar não as realiza no mundo material, mas mobiliza a mudança concreta na ordem do possível. Tornar o possível provável e depois concreto interdepende de variável físicas, naturais, culturais com as quais temos que lidar.

              

Tudo começa com um escape do cotidiano, para a criação de cenas. Para Davoli (2020) a cena pode partir de uma narrativa verbal, não numa narrativa única, mas tantas quantas forem os participantes de um projeto. Nesta perspectiva de “como se”, acolhemos estes conteúdos em recortes em cenas, e centramos neles nossa investigação qualitativa. Atualizando aspectos do método socionômico clássico, à visão contemporânea proposta por (SCAGLIARINI, no prelo) na qual todos os fragmentos de vida, são cenas encarnadas, que criam e liberam um campo, que contém corporalidade, nos âmbitos social/político e imaginário.

              

Na Bioatria, temos como premissa que é a partir das sucessivas vivências em “Realidade Suplementar” de um Projeto, que se criam “Realidades Cotidianas”. Transferir para contextos sociais, cada vez mais amplos, aquilo que vivemos em projetos é o caminho para transformações em escala. Desta forma, não apenas “fazemos” projetos, mas: Vivemos nos Projetos as Mudanças que queremos viver no Mundo.


* Jacob Levy Moreno (1889-1974) criador do termo Bioatria tem entre os seus métodos mais conhecidos o Psicodrama.

** Isabel Rauber (1953-) - citada na epígrafe deste texto é uma filósofa argentina, educadora popular e pesquisadora vinculada ao pensamento político-social latino-americano. Tem atuação acadêmica e militante nas áreas de movimentos sociais, memória histórica e transformação civilizatória. Ao ser inserida neste texto, reforçamos que os projetos e a epistemologia de base Bioátriaca resgatam o pensamento moreniano mas o contextualizam, em diálogo com perspectivas decoloniais como as de Rauber, em um horizontes histórico-coletivos de produção de vida e saúde, articulando subjetividade, cultura e transformação social.



Sobre a Autora:  Débora de Mello e Souza é Mestre e Doutora pela PUC-SP, onde atua como Docente e Pesquisadora. Como estudiosa da obra Moreniana, foi pioneira no resgate e reposicionamento dos estudos sobre Bioatria — conceito originalmente criado por Moreno, mas pouco incorporado na produção do Autor. É cofundadora do Instituto Bioatrium e da Lanakaná Princípios Sustentáveis, organizações voltadas à pesquisas, ensino, projetos e práticas em diferentes territórios.

 

 

Referências Bibliográficas:


AGUIAR, M. Teatro espontâneo e psicodrama à deux in: textos sobre psicodrama

e teatro espontâneo. Textos psicodramáticos, 9 maio 2011. Disponível em: .

Acesso em: 10 dez. 2018


BOUQUET, C.M. Fundamentos para uma Teoría del Psicodrama. Argentina:

Siglo XXI Editores, 1977.


DAVOLI, C. PSICODRAMAS PÚBLICOS. Revista Brasileira de Psicodrama, [S.

l.], v. 19, n. 2, p. 155–159, 2020. Disponível em:


MELLO, D; WECHSLER, M. P. F. Bioatria: um conceito essencial no território

da obra de J. L. Moreno. Rev. bras. psicodrama, São Paulo, v. 25, n.1, p.38-


MELLO E SOUZA, D. Líderes para a sustentabilidade e os Objetivos de

Desenvolvimento Sustentável: uma articulação entre a Teoria de Papéis e a

Psicologia Ambiental. Dissertação de Mestrado. Pontifícia Universidade

Católica de São Paulo, SP, 2018.


MELLO E SOUZA, Débora. TÃO LONGE, TÃO PERTO: Socionomia,

Proxêmica e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Cotidiano. 2022.

303f. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica) – Pontifícia Universidade Católica

de São Paulo, São Paulo, 2022.


MORENO, J.L. Quem sobreviverá? vols. 1, 2 e 3. Goiânia: Dimensão, 1992.



 

 
 
 

2 comentários


mmarino
11 de fev.

Caríssima Débora e equipe do BIOATRIUM, um prazer estar em contato com vocês e poder contribuir do lugar de Educadora Sociopsicodramatista, como docente e coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar (NCPB) da Faculdade de Educação/ PUC-SP. Parabéns pelas ações empreendidas e de modo especial por esse texto tão esclarecedor conectando a Bioatria moreniana às perspectivas transformadoras de uma Educação Democrática!


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Debora Mello
Debora Mello
11 de fev.
Respondendo a

Que bom podermos Criar junto com você caríssima Professora Marília!

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